COMO FUNCIONA O SIMULIUM CONTROL:
Sistema web para cálculo de dosagem de BTI e apoio ao controle de simulídeos.
1. APRESENTAÇÃO
O Simulium Control é um sistema desenvolvido para auxiliar municípios na organização e no cálculo das aplicações de BTI em córregos, riachos e arroios utilizados no controle das larvas de simulídeos, popularmente conhecidos como borrachudos. O aplicativo transforma os cadastros técnicos do município em um fluxo organizado de trabalho.
Depois que calhas, arroios, aplicadores e trechos estiverem cadastrados, o técnico precisa informar a altura da água nas calhas utilizadas na medição. O sistema calcula os resultados, distribui o volume de BTI entre os aplicadores e gera histórico, relatórios e etiquetas.
2. QUEM PODE UTILIZAR
O sistema possui dois níveis principais de acesso:
SUPERADMINISTRADOR DO SAAS
Responsável pela gestão geral do Simulium Control. Pode cadastrar e administrar municípios, usuários, solicitações de acesso, termos de adesão, configurações, auditoria, backups e perfis públicos de etiquetas. Também pode consultar os dados dos municípios conforme as regras de acesso, segurança e proteção de dados do sistema.
TÉCNICO MUNICIPAL
Usuário vinculado a uma prefeitura ou município. Trabalha somente com os dados do seu município, podendo cadastrar a estrutura de aplicação, registrar medições, consultar o histórico, gerar relatórios e imprimir etiquetas.
3. SOLICITAÇÃO E LIBERAÇÃO DE ACESSO
Na tela de login existe a opção para solicitar acesso. O interessado informa seus dados de contato, prefeitura, secretaria, setor, responsável institucional e quantidade de técnicos desejada.
O superadministrador analisa a solicitação e pode aprová-la, desaprová-la ou colocar o pedido em espera.
Quando o acesso é aprovado, o solicitante recebe um convite para cadastrar sua senha inicial. No primeiro acesso, o usuário deve criar e confirmar a senha e aceitar o Termo de Adesão e Licença de Uso. O aceite gera um registro auditável com código próprio, data, hora e cópia do termo aceito.
4. PREPARAÇÃO INICIAL DO MUNICÍPIO
Antes de realizar a primeira medição, recomenda-se seguir esta ordem:
- Conferir o perfil do município.
- Cadastrar as calhas.
- Cadastrar os arroios vinculados a cada calha.
- Cadastrar os aplicadores de BTI.
- Cadastrar os trechos de aplicação.
- Organizar a ordem de entrega.
- Cadastrar o valor do BTI por litro.
- Realizar a primeira medição.
O tutorial interativo acompanha o usuário durante esse processo. Ele pode ser minimizado, movimentado, desligado e ativado novamente pelo Dashboard.
5. PERFIL DO MUNICÍPIO
O perfil institucional permite informar:
- Nome da prefeitura ou município.
- Unidade Federativa.
- Secretaria.
- Setor ou órgão responsável.
- Secretário ou responsável institucional.
- Telefone fixo.
- WhatsApp institucional.
- E-mail institucional.
- Logo da prefeitura.
- Observações internas.
Essas informações personalizam o ambiente do município e ajudam o usuário a identificar a instituição, secretaria e setor em que está trabalhando.
6. CADASTRO DAS CALHAS
A calha é o ponto de referência utilizado para determinar a vazão da água.
O município pode possuir uma ou várias calhas.Para cada calha podem ser cadastrados:
- Nome.
- Tipo e dimensões.
- Cor de identificação.
- Localização.
- Latitude e longitude.
- Posição visual no mapa.
- Observações.
A cor da calha é utilizada nos cards, tabelas, relatórios, resultados e etiquetas, facilitando a identificação visual dos dados relacionados.
7. CADASTRO DOS ARROIOS
Cada arroio deve ser relacionado a uma calha de referência.
O cadastro informa o percentual de vazão do arroio em relação à vazão medida na calha.
Um município com várias calhas pode cadastrar grupos diferentes de arroios para cada calha. Dessa forma, cada arroio utiliza os dados da calha correta no momento do cálculo.
Quando o município possuir arquivos geográficos, também é possível importar traçados em KML ou KMZ. Os traçados podem receber nome e cor e ser visualizados no mapa.
8. CADASTRO DOS APLICADORES
Os aplicadores são as pessoas responsáveis pela aplicação do BTI em campo.
Para cada aplicador podem ser informados nome, telefone, observações e situação ativa ou inativa.
Um aplicador pode trabalhar em mais de um arroio. Da mesma forma, um arroio pode possuir vários aplicadores.
9. CADASTRO DOS TRECHOS
O trecho define a responsabilidade de cada aplicador em determinado arroio.
No trecho são informados:
- Arroio.
- Aplicador responsável.
- Quantidade de metros sob sua responsabilidade.
- Placas ou intervalo de placas, como P1 a P20.
- Ordem de entrega.
- Observações.
A ordem de entrega organiza aplicadores, cards, tabelas, relatórios e etiquetas. Ela pode ser informada numericamente ou alterada por arraste, facilitando a separação e a entrega do BTI, especialmente quando a distribuição é realizada seguindo um roteiro de veículo.
10. VALOR DO BTI
O município pode cadastrar o valor do BTI por litro para cada período. Esse valor permite que o sistema estime o custo das aplicações e produza relatórios financeiros históricos.
Quando o preço mudar, deve ser criado um novo período, preservando o valor utilizado nas medições anteriores.
11. COMO REALIZAR UMA MEDIÇÃO
Depois que os cadastros estiverem prontos, o módulo principal passa a ser Medições.
Para realizar uma nova medição:
- Abra Medições.
- Clique em Nova medição.
- Confira a data, a hora e o valor do BTI por litro.
- Informe, em centímetros, a altura da água nas calhas utilizadas.
- Clique para calcular e abrir a conferência.
- Confira os resultados de cada calha, arroio, trecho e aplicador.
- Salve a medição para gerar o histórico.
O sistema utiliza as tabelas técnicas de vazão das calhas e as faixas de dosagem cadastradas. A partir da altura da água, calcula a vazão da calha e aplica o percentual de cada arroio.
Para cada aplicador, o resultado pode apresentar:
- Calha de referência.
- Arroio.
- Aplicador.
- Placas.
- Metros de aplicação.
- Vazão da calha.
- Vazão estimada do arroio.
- Concentração em ppm.
- Distância entre pontos de aplicação.
- Dose de BTI por aplicação.
- Quantidade de aplicações.
- Volume total de BTI.
- Custo estimado.
12. CONFERÊNCIA E SALVAMENTO
Antes de salvar, o sistema apresenta a tela de conferência. O técnico deve verificar alturas, vazões, aplicadores, metros, placas, doses, distâncias e volumes.
Ao salvar, os dados utilizados no cálculo ficam congelados no histórico. Assim, mesmo que posteriormente sejam alterados aplicadores, metros, preços ou trechos, a medição antiga continua representando o que foi calculado naquela data.
13. HISTÓRICO DAS MEDIÇÕES
As medições são numeradas por ano, em ordem cronológica. A numeração reinicia no início de cada ano.
O histórico pode ser filtrado por:
- Ano.
- Situação.
- Calha.
- Arroio.
Medições canceladas permanecem no histórico com identificação visual diferenciada e aparecem depois das medições válidas. Medições excluídas seguem as regras de segurança do sistema e podem ser auditadas e, quando permitido, recuperadas pelo superadministrador.
14. RELATÓRIOS E INDICADORES
Os relatórios permitem acompanhar o consumo e o custo do BTI por período. Os dados podem ser agrupados por:
- Município.
- Calha.
- Arroio.
- Aplicador.
O sistema apresenta totais, custos estimados, histórico e indicadores. Os dados também podem ser exportados em CSV para conferência em planilhas, prestação de contas ou análises complementares.
15. ETIQUETAS DOS APLICADORES
- Distância entre pontos de aplicação.
- Dose de BTI por aplicação.
- Quantidade de aplicações.
- Volume total de BTI.
- Custo estimado.
12. CONFERÊNCIA E SALVAMENTO
Antes de salvar, o sistema apresenta a tela de conferência. O técnico deve verificar alturas, vazões, aplicadores, metros, placas, doses, distâncias e volumes.Ao salvar, os dados utilizados no cálculo ficam congelados no histórico. Assim, mesmo que posteriormente sejam alterados aplicadores, metros, preços ou trechos, a medição antiga continua representando o que foi calculado naquela data.
13. HISTÓRICO DAS MEDIÇÕES
As medições são numeradas por ano, em ordem cronológica. A numeração reinicia no início de cada ano.
O histórico pode ser filtrado por:
- Ano.
- Situação.
- Calha.
- Arroio.
Medições canceladas permanecem no histórico com identificação visual diferenciada e aparecem depois das medições válidas. Medicoes excluidas seguem as regras de segurança do sistema e podem ser auditadas e, quando permitido, recuperadas pelo superadministrador.
14. RELATÓRIOS E INDICADORES
Os relatórios permitem acompanhar o consumo e o custo do BTI por período. Os dados podem ser agrupados por:
- Município.
- Calha.
- Arroio.
- Aplicador.
O sistema apresenta totais, custos estimados, histórico e indicadores. Os dados também podem ser exportados em CSV para conferência em planilhas, prestação de contas ou análises complementares.
15. ETIQUETAS DOS APLICADORES
Depois de salvar a medição, o usuário pode abrir a página Etiquetas.
Cada etiqueta identifica o aplicador e apresenta os dados necessários para a aplicação, incluindo calha, arroio, placas, metros, dose, quantidade de aplicações, distância e volume total.
O sistema possui modelos prontos para folhas A4 e impressoras térmicas. Também permite configurar:
- Formato e tamanho da página.
- Papel A4, carta, ofício/legal, térmico ou personalizado.
- Quantidade de linhas e colunas.
- Largura e altura das etiquetas.
- Margens superior, inferior, esquerda e direita.
- Espaços horizontais e verticais.
- Tamanho da fonte.
- Estilo minimalista ou colorido.
As alterações aparecem imediatamente na pré-visualização. A opção "Manter etiquetas ajustadas à folha" recalcula largura e altura quando margens, linhas, colunas ou espaçamentos forem modificados.
O botão "Encaixar etiquetas" ajusta automaticamente as etiquetas ao espaço disponível. O botão "Centralizar margens" distribui o espaço restante entre as margens opostas.
Se a grade ultrapassar a página, o sistema informa o excesso em milímetros e bloqueia o salvamento e a impressão até que as medidas sejam corrigidas.
16. PERFIS PERSONALIZADOS DE ETIQUETAS
Depois de ajustar a folha, o usuário pode informar um nome e salvar a configuração como um novo perfil.
O fluxo recomendado e:
- Ajustar as medidas.
- Conferir a pré-visualização.
- Informar o nome do perfil.
- Clicar em Salvar configuracao como novo perfil.
Os perfis privados ficam disponíveis para seu proprietário. O superadministrador pode consultar todos os perfis na página Perfis de etiquetas da gestão SaaS e transformar uma configuração em perfil público. Perfis públicos ficam disponíveis para todos os municípios. Somente o superadministrador pode alterar a visibilidade de um perfil público.
17. MAPAS E DADOS GEOGRÁFICOS
As calhas podem ser marcadas visualmente no mapa por latitude e longitude. Os mapas possuem visualização pequena nos cards e ampliada em tela flutuante.
Os traçados de arroios importados em KML ou KMZ ficam vinculados ao município e podem ser consultados posteriormente.
18. BACKUP, COFRE E ARQUIVAMENTO
O superadministrador possui ferramentas para criar backup dos dados municipais, arquivar municípios e limpar dados operacionais com cópia prévia.
O backup pode incluir cadastros, usuários, configurações, calhas, arroios, mapas, aplicadores, trechos, medições, relatórios, valores, perfis de etiquetas e registros de auditoria.
Os backups ficam disponíveis no cofre municipal. O arquivamento retira o município das telas operacionais sem apagar imediatamente seu historico do cofre.
19. AUDITORIA E SEGURANÇA
Operações relevantes ficam registradas para auditoria, incluindo acessos, aprovações, alterações importantes, exclusões, restaurações, adesões e procedimentos administrativos.
Cada município possui separação lógica de seus dados. Usuários técnicos acessam somente o município ao qual estão vinculados. A gestão geral e reservada ao superadministrador.
O sistema utiliza HTTPS na hospedagem e pode ser instalado como aplicativo PWA em smartphones e tablets compatíveis.
20. RESPONSABILIDADE TÉCNICA
O Simulium Control é uma ferramenta de apoio ao cálculo, à organização e ao registro das aplicações de BTI.
O técnico e o município devem conferir os dados cadastrados, a altura da água, as condições de campo, os produtos utilizados, as orientações do fabricante, as normas aplicáveis e os resultados antes de realizar a aplicação.
O sistema não substitui a avaliação de campo nem a responsabilidade dos profissionais e das instituições responsáveis pelo programa de controle de simulideos.
21. RESUMO DO FLUXO PRINCIPAL
CADASTRAR CALHAS.
Depois cadastrar os arroios vinculados e seus percentuais.
CADASTRAR APLICADORES.
Depois cadastrar os trechos, metros, placas e ordem de entrega.
CADASTRAR O VALOR DO BTI.
Manter os períodos de preço atualizados.
REALIZAR A MEDIÇÃO.
Informar a altura da água nas calhas e conferir os cálculos.
SALVAR O HISTÓRICO.
O salvamento preserva os dados usados naquele momento.
GERAR RELATÓRIOS E ETIQUETAS.
Consultar resultados, custos, indicadores e preparar a distribuição do BTI aos aplicadores.
SIMULIUM CONTROL.
Tecnologia, organização e rastreabilidade no apoio ao controle municipal de simulídeos.